Justiça Divina - Abelhas
O Espírito Hilário Silva relata que, no ano de 1769, Maria Amélia, planejando eliminar sua prima Tereza Cristina para que ela não roubasse o seu noivo, levou-a para um passeio a cavalo às margens do rio, onde se encontravam abelhas mortíferas. Ao chegar ao local, disparou a arma em direção às patas do cavalo da prima e, em razão disso, o animal empinou, fazendo Tereza cair no chão com um grito de dor. Ao ouvir o zumbido das abelhas, Maria Amélia afugentou o cavalo de Tereza Cristina, afastando-se rapidamente, pois sua intenção era que as abelhas atacassem a prima.
Quando o cadáver de Tereza Cristina foi encontrado quase disforme, pareceu um acidente, pois o tiro não fora ouvido e todos acreditavam que Maria Amélia havia escapado “por milagre”.
Porém, duzentos anos depois, o Espírito Maria Amélia, em uma nova reencarnação, teve morte idêntica à de sua prima Tereza Cristina.
Isso você fica sabendo através das notícias dos jornais da cidade mineira de Uberlândia, em 1969. Com a manchete: “Abelhas voltam a atacar – moça morta em piquenique”, eles informam que abelhas atacaram um grupo de moças reunidas quando lanchavam às margens de um riacho, e que uma delas, a mais atingida pelas abelhas mortíferas, faleceu em um dos hospitais da cidade.
É claro que a jovem que morreu era a reencarnação do Espírito Maria Amélia, assassina da prima.
Embora ela não tivesse acertado contas com a justiça humana naquela encarnação de 1769, acertou com a Justiça Divina em 1969, duzentos anos depois, sem que fosse preciso outra pessoa matá-la.
Conforme Jesus: “A cada um será dado segundo suas obras”.
(Histórias da Vida, Espírito Hilário Silva-Antonio B. Filho)
Nenhum comentário:
Postar um comentário